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Sexta-feira (18) é dia de mobilização da CUT e centrais em locais de trabalho

Centrais e sindicatos farão panfletagens e diálogo com trabalhadores em locais de grande circulação para conscientizar a população de que somente com “fora, Bolsonaro” o Brasil conseguirá sobreviver

Publicado: 17 Junho, 2021 - 17h27 | Última modificação: 17 Junho, 2021 - 20h15

Escrito por: Redação CUT

Arte: Edson Rimonatto/CUT
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Nesta sexta-feira (18), a CUT, centrais e sindicatos de várias categorias realizam o Dia Nacional de Mobilização nas portas de fábricas, locais de trabalho e locais de grande circulação com o objetivo de levar um retrato da situação atual do país aos trabalhadores.

Serão realizadas assembleias, paralisações e panfletagens ao longo do dia. O objetivo é dialogar com trabalhadores para conscientizá-los de que não é mais possível o Brasil permanecer no caminho em que se encontra, de descaso total pelo governo de Jair Bolsonaro (ex-PSL).

Em nota, a CUT e demais centrais sindicais afirmam que as escolhas de Bolsonaro são responsáveis por milhares de mortes que poderiam ter sido evitadas se ele tivesse adotado as medidas de prevenção e proteção à vida, preconizadas pela ciência, medicina e OMS, e atuado para produzir e comprar vacinas. 

O Brasil já beira a marca de 500 mil mortos pela Covid-19, resultado da política desastrosa de enfrentamento à pandemia do governo federal. O atraso do Brasil para dar início à vacinação foi determinante para que a segunda onda da doença, mais agressiva e mais letal, vitimasse ainda mais brasileiros e brasileiras e a terceira onda já está batendo na porta.

Além do desprezo pela vida de quase meio milhão de pessoas e suas famílias, o governo de Bolsonaro ainda impõe um constante processo de retirada de direitos, de entrega do patrimônio público por meio de privatizações e deixa milhões de brasileiros desamparados, sem emprego, sem auxílio emergencial e sem perspectiva de dias melhores, sofrendo com os impactos da crescente inflação e enfrentando reajustes sucessivos de preços tanto de alimentos como das tarifas de energia elétrica, gás de cozinha e dos combustíveis.

Hoje, cerca de 20 milhões de pessoas passam fome hoje no Brasil e este cenário só é possível com o #ForaBolsonaro. Para a CUT, centrais e entidades filiadas, o fim deste governo é uma questão de sobrevivência.

O dia 18 de junho antecede a data em que manifestações de rua serão realizadas em todo o Brasil, pedindo o impeachment de Bolsonaro, além de outras pautas como “Vacina Já para todos”, “em defesa do SUS”, “auxílio emergencial de R$ 600 até o fim da pandemia” e “contra as privatizações”. Veja onde serão realizadas manifestações no sábado, 19 de junho.

Mobilizações

Presidentes das Centrais Sindicais farão um ato em frente à fábrica MWM (Av das Nações Unidas, 22002, na Zona Sul de SP), à 7h.

No ABC paulista, representantes de Comissões Sindicais de Empresa (CSE), ligadas ao Sindicato dos Metalúrgicos do ABC (SMABC) farão panfletagem durante todo o dia nas fábricas da região, durante as trocas de turnos de trabalhadores. A Tribuna Sindical, publicação que circula entre os trabalhadores será especial para esta data.

No Rio de Janeiro, a CUT e outras entidades também farão panfletagens pela manhã em portas de bancos e na sede da Eletrobras, cuja ameaça de privatização está em curso no Senado.

“O governo entreguista de Bolsonaro quer privatizar a Eletrobras. Privatizar a estatal significa aumentar a conta de energia elétrica para a população mais pobre e significa encarecer o custo da energia para as empresas que produzem e geram emprego no país”, diz o presidente da CUT Sérgio Nobre, para reforçar a defesa da estatal.

Também no Rio de Janeiro, um ato será realizado na Central do Brasil.