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Em greve de fome há 5 dias, educadores exigem respostas do governo do Paraná

Sem retorno do governo de Ratinho Júnior, professores e funcionários continuam luta contra o desemprego

Publicado: 24 Novembro, 2020 - 09h44 | Última modificação: 24 Novembro, 2020 - 11h47

Escrito por: Redação CUT

ASCOM / APP-SINDICATO
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Acampados em frente ao Palácio Iguaçu, sede do governo do Paraná desde as 10h30 de quinta-feira (19), 21 educadores completam, nesta terça-feira (23), 116 horas de greve de fome, sem que o governador Ratinho Júnior tenha dado qualquer resposta à pauta da categoria. Eles são acompanhados por equipes médicas e voluntários que se revezam para auxiliar no que é necessário.

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Os educadores reivindicam a revogação do edital 47 sobre prova pra PSS, pagamento de direitos de carreira que estão congelados, prorrogação do contrato de 9 mil funcionários. A categoria pede também a demissão do empresário Renato Feder, secretário de Educação. As pautas são, principalmente, para evitar o desemprego de quase 30 profissionais da educação entre professores e funcionários.

Ato Ecumênico

Na tarde deste domingo (22), um ato inter-religioso foi realizado em frente ao Palácio Iguaçu onde os grevistas permanecem. Diversas lideranças religiosas participaram e pediram que o governo dialogue com a categoria para por fim ao impasse. Também denunciaram o desemprego que pode atingir quase 30 educadores .

 

Com informações da APP-Sindicato.