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Sindipetro-BA convoca trabalhadores do Torre Pituba para assembleia na segunda

Assembleia vai organizar resistência contra demissão de 2,5 mil terceirizados e transferência de 1,5 mil funcionários próprios da Petrobras que trabalham no edifício que vai ser desativado

Publicado: 10 Setembro, 2019 - 17h34 | Última modificação: 10 Setembro, 2019 - 17h41

Escrito por: Redação CUT

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O Sindicato dos Petroleiros da Bahia (Sindipetro-BA) convocou todos os trabalhadores e trabalhadoras do Torre Pituba, tanto os contratados diretamente pela Petrobrás como pelas empresas terceirizadas, para participar de uma assembleia que será realizada na próxima segunda-feira (16), às 16h, no Centro de Convenções do Hotel Fiesta (Av.ACM, 741, em Itaigara). 

Na assembleia, os dirigentes vão tratar das formas de luta para  manter a Petrobrás na Bahia, definição de estratégias para garantir a manutenção da Petrobrás no Torre Pituba e de uma campanha em defesa da manutenção dos empregos (diretos e indiretos) dos trabalhadores e trabalhadoras da estatal no estado.

A desativação do Torre Pituba, que funciona em Salvador, as demissões e a transferência dos trabalhadores para estados do Sudeste confirmam que as denúncias que a direção do Sindipetro vem fazendo desde o início do ano: Bolsonaro está se vingando porque perdeu as eleições no Nordeste - teve uma quantidade pífia de votos na Bahia.  

O que está em andamento é um desmonte completo das operações da Petrobras na Bahia. Além do edifício em Salvador, a empresa pretende se desfazer da primeira refinaria do Brasil, localizada na cidade de São Francisco do Conde, na região metropolitana da capital, a Landulfo Alves, que deve ser vendida até o final do ano.

Já a Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen), também administrada pela estatal, vai ser arrendada por dez anos. Além da Refinaria Landulfo Alves e da Fafen, a Petrobras explora petróleo em quatro bacias da Bahia, tem quatro terminais de armazenamento e distribuição espalhados pelo estado, como também cinco termelétricas e um sistema gasoduto na capital.

Com informações do Sindipetro-BA