Roberto Claro, presente!
O fotógrafo Robertinho construiu uma trajetória marcada pelo olhar sensível sobre a luta dos trabalhadores e deixa legado de humanidade, compromisso e memória sindical
Publicado: 21 Abril, 2026 - 16h48 | Última modificação: 21 Abril, 2026 - 17h16
Escrito por: Redação CUT
A CUT recebeu com tristeza a notícia da morte do fotógrafo Roberto Claro, o Robertinho, aos 59 anos. Profissional do Sinergia Campinas e do Sinergia CUT, ele fez da fotografia uma forma de acompanhar de perto a vida e a luta dos trabalhadores.
Em nota, o Sinergia CUT destacou não apenas o profissional, mas a pessoa que Robertinho foi no dia a dia. “Mais do que um excelente profissional, foi uma pessoa extremamente gentil, prestativa e querida por todos que tiveram o privilégio de conviver com ele. Sua presença deixará saudades profundas e um legado de dedicação e humanidade”, afirmou a entidade.
Nos últimos meses, ele estava afastado para tratar problemas graves na coluna. Sua trajetória no movimento sindical é lembrada pela presença constante — nas assembleias, nas mobilizações, nas campanhas. Era daqueles profissionais que estavam sempre por perto, prontos para ajudar, com discrição e compromisso.
Por trás das câmeras, Robertinho não registrava apenas fatos. Seu olhar captava gestos, expressões e a força coletiva de quem luta por direitos. Suas fotos ajudaram a contar histórias que vão além da imagem — histórias de resistência, organização e conquista.
Entre colegas, amigos e companheiros de trabalho, fica a lembrança de alguém generoso, atento e sempre disposto a colaborar. Sua ausência é sentida no trabalho, mas principalmente no convívio.
Nas redes sociais, entidades sindicais e amigos têm manifestado solidariedade à família e reafirmado que o legado de Robertinho segue vivo — nas imagens que produziu e na memória das lutas que ajudou a registrar.
Robertinho, presente!