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Pelo menos 40 trabalhadores morreram em acidente entre ônibus e caminhão em SP

O ônibus transportava 53 trabalhadores e trabalhadoras de uma empresa têxtil. Todos os passageiros eram da cidade de Itaí

Publicado: 25 Novembro, 2020 - 13h05 | Última modificação: 26 Novembro, 2020 - 09h02

Escrito por: Redação CUT

Reprodução/Redes Sociais
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Um acidente entre um ônibus que transportava 53 trabalhadores e trabalhadoras da empresa têxtil a Stattus Jeans, e um caminhão provocou ao menos 40 mortes e deixou 15 feridos por volta das 7h da manhã desta quarta-feira (25), do interior de São Paulo.  Das vítimais fatais, 37 morreram no local e as outras em hospitais da região.

O acidente ocorreu na Rodovia Alfredo de Oliveira Carvalho (SP 249), entre Taguaí e Taquarituna, segundo a Polícia Militar. Para a PM, este foi o maior acidente do ano. É a maior ocorrência de acidente com vítimas fatais nas rodovias neste ano. Não há mais sobreviventes no local. Todos os sobreviventes foram socorridos", disse à GloboNews o tenente Alexandre Guedes.

Ainda segundo a GloboNews, todos os corpos das vítimas estão sendo  encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML) de Avaré e as   vítimas para os hospitais de Taguaí, Fartura, Taquarituba.

O advogado da empresa Stattus Jeans Indústria e Comercio Ltda, Emerson Fernandes, disse ao UOL que o ônibus era uma espécie de 'lotação' contratada pelos próprios funcionários, sem ligação direta com a empresa.

Todos os passageiros eram da cidade de Itaí, segundo o advogado. 

“É importante dizer que o ônibus não tinha ligação com a empresa, era tipo uma terceirizada contratada pelos funcionários, como se fosse uma lotação para vir para o trabalho em Taguaí", disse Fernandes ao UOL.

Já a Star Turismo, empresa dona do ônibus envolvido no acidente, informou que os dados do acidente estão sendo apurados. "Muitas informações desencontradas e, no momento, todos os esforços sendo direcionados para o socorro das vítimas. Assim que obtivermos informações a empresa emitirá uma nota", explicou.

O coordenador da Defesa Civil do Estado, Coronel Walter Nyakas Júnior, e os secretários de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi, e de Saúde, Jean Gorinchteyn, estão a caminho do local a pedido do governador João Doria (PSDB). Eles vão coordenar os resgates, visitar os hospitais que receberam as vítimas e agilizar o processo de liberação dos corpos. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), as unidades do Instituto Médico Legal (IML) de Avaré, Botucatu e Itapetininga foram acionadas, tendo em vista o grande número de óbitos.