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No mundo, novos casos de covid-19 sobem 11% em uma semana

Entre os dias 20 e 26 de dezembro, quase 5 milhões de pessoas foram infectadas pelo coronavírus, segundo a OMS. No mesmo período, 44 mil morreram em decorrência da doença

Publicado: 30 Dezembro, 2021 - 09h41

Escrito por: Redação RBA

Rovena Rosa/EBC
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De acordo com o último balanço semanal do ano sobre a covid-19 divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), entre os dias 20 e 26 de dezembro, quase 5 milhões de pessoas foram infectadas pelo coronavírus no mundo, um aumento de 11% em relação à semana anterior.

No período analisado, 44 mil pessoas acabaram morrendo em decorrência da covid-19. A entidade destaca a situação da Europa, que segue como a região do mundo com maior incidência, com 304 mil novos casos de covid-19 por cada 100 mil habitantes, seguida das Américas, onde o índice chega a 144 mil novos casos por 100 mil habitantes.

Há países com crescimento expressivo no número de casos na semana de 20 a 26, como Portugal, que teve 55,2 mil pessoas infectadas no período, elevação de 81% em relação à semana anterior.

Os países que registraram os maiores números de novos casos na última semana foram Estados Unidos (1,1 milhão; alta de 34%), Reino Unido (611 mil; alta de 20%), França (504 mil; alta de 41%), Itália (257 mil; alta de 62%) e Alemanha (197 mil; queda de 30%).

O Brasil é mencionado no balanço da OMS por ser o segundo país do continente americano com o maior número de mortes na semana, com 997 vítimas. Em primeiro lugar está os Estados Unidos, com 9,3 mil mortes.

Aumento de casos de covid-19 e variante ômicron

Segundo a OMS, a variante ômicron duplica a cada dois ou três dias, o que justificaria o fato de vários países registrarem um rápido aumento de novos casos de covid-19. A nova cepa já é dominante em países como os Estados Unidos e o Reino Unido.

A entidade aponta que avaliações preliminares obtidas na África do Sul, Dinamarca e Reino Unido sugerem um risco menor de internações nos hospitais de pacientes infectados com a variante ômicron, mas a agência lembra que mais dados são necessários para entender melhor os marcadores referentes à severidade da doença, como o uso de oxigênio, ventilação mecânica ou risco de morte.