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No 1º de Maio Internacional, Lisboa defende quebra de patentes, vacinas e empregos

Segundo secretário de Relações Internacionais da CUT, é fundamental investimento público em garantia de empregos, saúde de qualidade e assistência de qualidade

Publicado: 30 Abril, 2021 - 16h47 | Última modificação: 30 Abril, 2021 - 17h00

Escrito por: Redação CUT

Reprodução Vídeo
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Na comemoração do 1° de Maio, Dia Internacional dos Trabalhadores e das Trabalhadoras, sindicatos de todo o mundo estão defendendo pautas como justiça social e econômica, direitos, paz, sustentabilidade e emprego decente.

Em mensagem exibida na transmissão do 1º de Maio da  Confederação Sindical Internacional (CSI), o secretário de Relações Internacionais da CUT, Antonio Lisboa, defendeu a geração de empregos e também a luta contra a pandemia do novo coronavírus, que já matou mais de 3 milhões de pessoas em todo o mundo - só no Brasil, onde faltam vacinas para imunizar a população, total já passa de 400 mil vidas perdidas.

“Neste primeiro de Maio de 2021, nós temos um enome desafio pela frente que é derrotar a pandemia da Covid-19. E, para derrotar a pandemia, é fundamental que existam vacinas para todos. As vacinas têm de ser um bem da humanidade e não uma propriedade das grandes empresas farmacêuticas tansnacinais”, disse Lisboa.

“Daí a importancia da suspensão das patentes para a produção de vacinas e distribuição dos insumos àqueles países que mais necessitarem”, defendeu o secretário.

O dirigente também defendeu os empregos, “especialmente para os trabalhadores e trabalhadoras mais vulneráveis que se expoem diariamente ao risco de serem contaminados e perderem sua saúde e sua vida”.

“Por isso, é fundamental investimento público em garantia de empregos, saúde de qualidade e assistência de qualidade”, conclui Lisboa.

Asssita o vídeo com a mensagem de Lisboa: