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MG: Emenda que garante reajuste a todas as carreiras do funcionalismo é aprovada

Estiveram presentes representantes do Sind-Saúde/MG, SINTDER-SINTTOP, Sisipsemg, Asthemg e Fhemig

Publicado: 20 Fevereiro, 2020 - 10h01 | Última modificação: 20 Fevereiro, 2020 - 10h07

Escrito por: Studium/Sind-UTE/MG

Studium/Sind-UTE/MG
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“Quem luta educa e conquista!” Foram com essas palavras de ordem que centenas de trabalhadores e trabalhadoras em Educação, representantes de várias partes do estado e sob coordenação do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas gerais (Sind-UTE/MG), celebraram a aprovação da Emenda 2/2020, neste dia 19/2/2020, no Plenário da Assembleia Legislativa.

A proposta, apresentada pela deputada estadual Beatriz Cerqueira (PT/MG), prevê a isonomia salarial a todas as carreiras do funcionalismo. A ação se deu após o governador Zema apresentar, por meio de um Projeto de Lei (PL), uma política de reajuste remuneratório a apenas servidores da Segurança Pública, deixando mais de 80% do serviço público sem qualquer perspectiva de atualização dos vencimentos.

Pela manhã desta quarta-feira, o Projeto de Lei 1.451/2020 foi aprovado em segundo turno de votação, no Plenário da Assembleia Legislativa. Na mesma ocasião, foi aprovada por 46 a 18 votos contrários a Emenda ao PL.

O Sindicato reafirma que essa importante conquista foi resultado da unidade da classe trabalhadora que, inarredavelmente, esteve na Assembleia Legislativa para cobrar dos parlamentares uma postura que represente os interesses coletivos de quem se dedica na prestação de serviços à população do estado.

A coordenação do Sind-UTE/MG parabenizou toda a categoria e ressaltou a importância de continuidade do movimento grevista. “Parabenizamos cada trabalhador e trabalhadora em Educação, e também todos os companheiros e as companheiras de outras categorias que estiveram conosco nessa importante luta. Diante do resultado dessa votação, reafirmamos a essencialidade de seguirmos na mobilização de greve para que o governo abra um canal de diálogo e efetiva negociação. Essa vitória só foi possível porque foi construída coletivamente.”

Estiveram presentes representantes do Sind-Saúde/MG, SINTDER-SINTTOP, Sisipsemg, Asthemg e Fhemig.