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Jornada Continental realiza ato pelos Direitos dos Migrantes no dia 14 de março

Manifestação convocada pelo Comitê Paulista da Jornada reúne trabalhadores migrantes e movimentos sociais

Publicado: 12 Fevereiro, 2026 - 15h39 | Última modificação: 13 Fevereiro, 2026 - 16h34

Escrito por: Redação CUT

Reprodução/PT-SP
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O Comitê Paulista da Jornada Continental convoca trabalhadores migrantes e brasileiros de todas as origens a se unirem no ato da Jornada Continental pelo direito de migrar, pelos direitos dos migrantes e pela soberania dos povos. A entidade também convida sindicatos, organizações de direitos humanos e movimentos sociais a se somarem a essa mobilização.

A manifestação “Pelo Direito de Migrar, pelos Direitos dos Migrantes e pela Soberania” será realizada no sábado, 14 de março, às 15h, nas escadarias do Teatro Municipal, na Praça Ramos de Azevedo, no centro de São Paulo.

Migrar é um direito, não um delito

Nos Estados Unidos, trabalhadores e jovens se levantam contra a perseguição a imigrantes promovida pelo governo Trump por meio do ICE (polícia de fronteiras), que, segundo os organizadores, atua com métodos cada vez mais autoritários, reprimindo inclusive cidadãos norte-americanos que protestam contra essa política.

A mobilização do povo de Mineápolis, que se organiza para impedir ações consideradas brutais do ICE contra imigrantes, é citada como exemplo de coragem e determinação.

Segundo o Comitê da Jornada, trabalhadores e jovens em todo o continente americano convocam a unidade contra uma política que classificam como imperialista e discriminatória, que criminaliza migrantes, promove conflitos e ameaça a soberania nacional.

A entidade afirma ainda que as políticas imperialistas estão na raiz da migração forçada, citando medidas como acordos de livre comércio, ajustes estruturais e as chamadas “guerra ao terror” e “guerra às drogas”. “Essas políticas deslocam populações inteiras e são sistematicamente utilizadas contra a soberania nacional. Um efeito complementar é o colonialismo francês ainda presente no Caribe, que reprime povos que buscam independência”, afirma o comitê.