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Mais de 43% dos brasileiros avaliam o governo Bolsonaro como ruim ou péssimo

A aprovação pessoal de Bolsonaro também desceu a ladeira e 55,4% dos brasileiros reprovam seu desempenho

Publicado: 12 Maio, 2020 - 15h17 | Última modificação: 12 Maio, 2020 - 15h26

Escrito por: Redação CUT

Arquivo/Agência Brasil
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Avaliação negativa do governo de Jair Bolsonaro subiu de 28% para 43,4% entre fevereiro do ano passado e maio deste ano. O resultando é a soma dose 32,3% dos que avaliam a gestão como péssima mais os 11,1% que consideram a administração ruim.

A reprovação dos brasileiros ao desempenho pessoal de Bolsonaro também subiu para 55,4%. Outros 39,2% aprovam.

Em janeiro, 47% dos brasileiros reprovavam o desempenho pessoal de Bolsonaro e 47,8% aprovavam.

Os dados são de pesquisa do Instituto de pesquisas MDA, contratada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT), feita entre os dias 7 e 10 de maio, divulgados nesta terça-feira (12). Confira aqui a íntegra da pesquisa.

Isolamento sem exceção

Sobre a pandemia do novo coronavírus, 51,7% dos entrevistados disseram apoiar a atuação do governo, enquanto 42,3% desaprovam. Mas a aprovação dos governos estaduais é maior: 69,2%, contra 26,8% contrário.

A pesquisa mostrou ainda que 67,3% dos entrevistados consideram que todos devem aderir ao isolamento, independentemente de ser ou não de grupo de risco. Outros 29,3% disseram que só deve vale para esse grupo, e 2,6% declararam ser contra a medida.

Atos antidemocráticos

A maioria dos entrevistados (51,8%) disse ser contra as recentes manifestações de ataque ao Congresso Nacional e ao Supremo Tribunal Federal (STF), e 28,8% se posicionaram a favor. Outros 10,8% afirmaram não ser contra nem a favor, enquanto 8,6% não souberam ou não quiseram responder.

O que esperam do futuro

68,1% dos entrevistados acham que o mercado de trabalho vai piorar. Só 15,1% acham que pode melhorar.

Quanto à renda, 46,7% acham que vai diminuir e 41,6%, que se manterá. No item saúde, 52,3% acreditam em piora e apenas 23,3% falam em melhora. A maior parte também acha que a educação vai piorar (47,4%). Na segurança pública, a maior parcela pensa que ficará igual (44,1%), ante 34,9% que falam em piora.

Metodologia da pesquisa

A CNT/MDA fez 2.002 entrevistas por telefone, em 492 municípios de 25 das 27 unidades da federação. A margem de erro é de 2,2 pontos