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Líder dos caminhoneiros do Porto de Santos é libertado depois de algumas horas preso

Após ser solto, Alexsandro Viviani, conhecido como Italiano, foi recebido por companheiros da categoria e por petroleiros, e reafirmou a parceria dos grevistas

Publicado: 17 Fevereiro, 2020 - 17h52 | Última modificação: 17 Fevereiro, 2020 - 18h06

Escrito por: Redação CUT

Reprodução
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O presidente do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista e Vale do Ribeira (Sindicam), Alexsandro Viviani, conhecido como Italiano, que havia sido preso durante a manhã desta segunda-feira (17), quando liderava a greve dos caminhoneiros no Porto de Santos, foi libertado nesta tarde.

Desde a zero hora de hoje, caminhoneiros associados ao Sindicam paralisaram o acesso ao Porto de Santos, apesar de liminar na Justiça que impôs multa diária de R$ 200 mil para evitar o bloqueio. Eles declararam apoio total e irrestrito à greve dos petroleiros, que teve inicio no dia 1º de fevereiro e já atinge 21 mil trabalhadores de 121 unidades da Petrobras.

O movimento dos caminhoneiros deve prosseguir ao menos até a próxima quarta-feira (19), quando estavam previstas para serem julgadas no Supremo Tribunal Federal (STF) três ações diretas de inconstitucionalidade (ADIs), movidas por entidades do setor patronal – a Associação do Transporte Rodoviário do Brasil (ATR Brasil), que representa empresas transportadoras, juntamente com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) – e contestam a constitucionalidade da  Lei 13.703, de 2018, que instituiu a Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas.

De acordo com o Conjur, o ministro Luiz Fux, adiou o julgamento das ações a pedido da Advocacia Geral da União, órgão do governo federal e ainda não há nova data para o julgamento.

Assista ao momento em que Alexsandro Viviani é recebido pelos colegas caminhoneiros, após ser libertado.