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Em GO e no DF, deputados que votaram contra o povo disputam reeleição

Campanha do Portal CUT #VotouNãoVolta tem como objetivo ajudar eleitor a lembrar como cada candidato votou no Congresso Nacional. A maioria votou contra a classe trabalhadora e não pode voltar

Publicado: 01 Outubro, 2018 - 11h08 | Última modificação: 05 Outubro, 2018 - 14h13

Escrito por: Walber Pinto

CUT
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A Campanha #Votou NãoVolta do Portal CUT lembra os trabalhadores e trabalhadoras que a maioria dos deputados federais do Distrito Federal e de Goiás votou uma série de medidas que retirou direitos sociais e trabalhistas, como a reforma Trabalhista, a terceirização, a entrega do pré-sal e a PEC do Teto dos Gastos Públicos, também conhecida como PEC da Morte, que congelou por 20 anos os investimentos em áreas fundamentais como saúde e educação.

O objetivo da campanha é alertar a população a não votar nos deputados golpistas que traíram os trabalhadores e as trabalhadoras e o país.

Faltando uma semana para a eleição, eles que, desde o golpe de 2016, se curvaram aos interesses empresariais aprovando os pacotes de maldades encaminhados pelo ilegítimo Michel Temer (MDB-SP) pedem o voto dos brasileiros que mais prejudicaram para voltar ao Congresso Nacional.

Fiéis ao ilegítimo Temer, as principais legendas que mais ajudaram aprovar os projetos nefastos do governo golpista, como a reforma Trabalhista, que jogou milhões de trabalhadores e trabalhadoras na informalidade, são: PSDB, MDB, PP, PRB, PTB, PSD, PSC e PR.

Em Goiás, dos 17 dos deputados que votaram contra os interesses da classe trabalhadora, 14 disputam a reeleição e três desistiram de voltar a Brasília.

Daniel Vilela (MDB), candidato ao governo, e seu vice Heuler Cruvinel (PSD), votaram a favor da PEC da Morte, da terceirização, do impeachment, da reforma Trabalhista e da entrega do pré-sal.

Alexandre Baldy (PTN), Daniel Vilela (PMDB), Fabio Sousa (PSDB), Giuseppe Vecci (PSDB), João Campos (PRB), Marcos Abrão (PPS) e Thiago Peixoto (PSD) votaram sim para a terceirização, a PEC da Morte, reforma Trabalhista e a entrega do pré-sal. Desses, apenas Thiago Peixoto não disputa reeleição.

Outros candidatos que também seguiram o mesmo caminho contra o povo de Goiás foram: Célio Silveira (PSDB), Delegado Waldir (PR), Flávia Morais (PDT), Heuler Cruvinel (PSD), Jovair Arantes (PTB), Lucas Vergílio (Solidariedade), Magda Mofatto (PR), Pedro Chaves (MDB), Roberto Balestra (PP), Sandes Júnior (PP). Todos disseram sim para o congelamento de gastos públicos, reforma Trabalhista, entrega do pré-sal, terceirização e impeachment. Todos disputam a reeleição.

Apenas os deputados Alexandre Baldy (PTN), Pedro Chaves (PMDB) e Thiago Peixoto (PSD) desistiram de concorrer a mais um mandado depois de ter aprovado o pacote de maldades contra os trabalhadores goianos.

Já em Brasília, dos sete parlamentares que votaram contra a classe trabalhadora, três disputam à reeleição e dois o governo do Distrito Federal.

Os dois principais candidatos ao governo do Distrito Federal, Adalberto Braga (DEM) e Rogério Rosso (PSD), foram favoráveis à reforma Trabalhista, a terceirização, entrega do pré-sal e PEC da Morte.

Recentemente, o Tribunal de Justiça do DF condenou Alberto Fraga por concussão – uso do cargo público para obter vantagem indevida. De acordo com o Ministério Público, o crime foi cometido em 2008, quando Alberto era secretário de Transportes do governo de José Roberto Arruda (PR). A denúncia diz que o secretário pediu – e recebeu – R$ 350 mil para firmar um contrato entre o governo e a cooperativa de ônibus Coopertran.

Alberto Fraga (DEM), Izalci (PSDB) e Laerte Bessa (PR) são os deputados que votaram a favor da terceirização, PEC da Morte, reforma Trabalhista, entrega do pré-sal e impeachment.

Rôney Nemer (PP) e seu colega de parlamento, Ronald Fonseca (PROS), que acabaram com a democracia, atacaram a soberania nacional e os direitos aprovando a entrega do pré-sal e o golpe, desistiram da reeleição.

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