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1º de Maio no mundo: em Berlim, sindicalistas denunciaram prisão de Lula

Sindicalistas também denunciaram relação de empresas alemãs que apoiam o governo de extrema direita de Bolsonaro e solidariedade a luta dos brasileiros por direitos

Publicado: 01 Maio, 2019 - 11h24 | Última modificação: 01 Maio, 2019 - 11h31

Escrito por: Redação CUT

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Em Berlim, no ato de 1º de Maio, Dia Internacional dos Trabalhadores e das Trabalhadoras, o Fórum Resiste Brasil-Berlin, realizou uma ação em conjunto com o IG Metall, o maior sindicato metalúrgico do mundo, com 2,274 milhões de filiados, em solidariedade aos sindicalistas brasileiros e sua luta por democracia, emprego e Previdência Social e em defesa da liberdade do ex-presidente Lula, mantido preso político desde 7 de abril do ano passado.

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O sindicalista Achim Wachendorfer (GT Sindicalistas do Fórum) denunciou o comportamento das empresas alemãs de apoio ao governo do presidente de extrema direita Jair Bolsonaro (PSL) e a perseguição de seu governo aos sindicatos, com medidas como a Medida Provisória nº 873, que tem como objetivo dificultar o financiamento das entidades de representação dos trabalhadores.

Já Maristela Pimentel Alves (Iniciativa Alemã Lula Livre), denunciou a prisão política fe Lula e divulgou a luta por Lula Livre.

Por fim, Jochen Gester (IG Metall), falou da solidariedade da IG Metall à luta dos sindicatos brasileiros em defesa de emprego decente e direitos sociais e trabalhistas.