Dieese analisa os impactos da liquidação do Master para os trabalhadores e economia
Estima-se que pouco mais de 1.500 trabalhadores foram afetados diretamente, entre bancários e financiários
Publicado: 01 Abril, 2026 - 12h20 | Última modificação: 01 Abril, 2026 - 12h52
Escrito por: Redação CUT
Nota técnica do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostra como a liquidação do Banco Master tem impacto não só sobre os agentes financeiros, mas também sobre trabalhadores e trabalhadoras.
Segundo os técnicos do Dieese, para os trabalhadores do conglomerado Master, a liquidação implica, em geral, na extinção dos vínculos empregatícios, fazendo com que passem à condição de credores no processo. Os direitos, como salários, verbas rescisórias e indenizações, são habilitados e possuem prioridade na ordem de pagamento, embora o recebimento dependa da realização dos ativos da instituição. Cabe ressaltar que, além dos direitos previstos na legislação trabalhista, também devem ser observadas as garantias estabelecidas por meio de negociação coletiva.
Estima-se que pouco mais de 1.500 trabalhadores foram afetados diretamente, entre bancários e financiários. Trata-se de um contingente significativo que evidencia o alcance imediato da medida sobre o emprego formal no setor.
O texto também aborda a situação dos fundos de previdência, mecanismos de garantia, como o Fundo Garantidor de Crédito (FGC), e indiretamente, sobre a atividade econômica e financeira. Aborda ainda a necessidade de revisão dos marcos que organizam o sistema financeiro e traz propostas do movimento sindical bancário para um sistema mais estável, transparente e orientado para o desenvolvimento econômico e social.
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