CUT vence eleição no Sindicato dos...
Pleito teve participação de 85% dos metalúrgicos sindicalizados
Publicado: 17 Dezembro, 2013 - 09h57
Escrito por: CNM - CUT
A Chapa 2 dos Metalúrgicos da CUT “Equipe Transparência – Construindo um Sindicato para Todos”, venceu a disputada eleição do Sindicato dos Metalúrgicos de Mogi Guaçu, ocorridas nos dias 11, 12 e 13. O metalúrgico na Mahle Metal Leve, Alexandre Fernandes de Araújo, o Português, é o novo presidente da entidade.
A apuração foi acirrada e terminou na madrugada deste sábado, 14. Concorreram com a CUT, as Chapa 1 (situação de outra central) e a Chapa 3, que obtiveram 326 e 359 votos respectivamente. No total, foram às urnas 1.158 metalúrgicos, os votos nulos somaram 11 e brancos 10. “Foi uma vitória democrática, venceu a democracia e os trabalhadores de Mogi Guaçu. Todos estão de parabéns. 85% dos metalúrgicos foram às urnas, isso mostra a necessidade de mudança”, informa o diretor administrativo da FEM-CUT/SP, José Paulo Nogueira.
Zé Paulo afirma que “a vitória torna-se possível quando a gente acredita nela e quando as lideranças estão unidas”.
O presidente da FEM-CUT/SP, Valmir Marques da Silva, que durante o pleito sindical estava no México para conhecer a produção da Ford, ficou muito feliz com a vitória do ramo metalúrgico cutista. “É uma importante vitória para a FEM e para a CUT. Parabéns a todos sindicatos filiados e militantes que participaram desta eleição e contribuíram para sua vitória”, finaliza.
Propostas da Chapa 2-CUT
- Redução de Jornada de Trabalho para 40 horas sem redução do salário. Esta conquista já é realidade para grande maioria dos metalúrgicos da CUT;
- Organização no Local de Trabalho por meio das Comissões de Fábrica, exemplo de inovação dos metalúrgicos da CUT;
- Organização dos Coletivos das mulheres, negros, jovens e das pessoas com deficiências.
- Segurança e Saúde do Trabalhador, denunciando e atuando para por fim aos abusos que a categoria sofre dentro das empresas e os que estão afastados delas;
- Pela inserção de um perito no Sindicato que atue nos processos trabalhistas a fim de evitar que o trabalhador seja prejudicado;
- Direitos sociais conquistados nas Convenções Coletivas de Trabalho da FEM-CUT/SP;
- PLR justa e igual para todos;
- Aumento real no salário;
- Plano de Cargos e Salários;
- Adequação nas contribuições sindicais, sendo reduzidas a um percentual mínimo e de acordo com o salário de cada trabalhador;
- Mudança da data-base para 1º setembro;
- Aplicação da reposição salarial no primeiro dia da data-base, sem prejuízo no 13º, FGTS e INSS.