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CUT denuncia detenção arbitrária de Louisa Hanoune na Argélia

A CUT Brasil se soma a todas as vozes que na Argélia e outros países do mundo exigem a libertação imediata e incondicional de Louisa Hanoune

Publicado: 10 Maio, 2019 - 16h19 | Última modificação: 24 Maio, 2019 - 13h16

Escrito por: Redação CUT

Reprodução
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A Central Única dos Trabalhadores (CUT Brasil) recebeu informações de nossos companheiros sindicalistas e do Partido dos Trabalhadores da Argélia sobre a detenção provisória, decidida pelo Tribunal militar de Blida em 9 de maio do corrente ano, da secretária geral do PT Louisa Hanoune, após atender à convocação aprestar depoimento como testemunha.

Tal detenção, injustificada sob todos os pontos de vista, pois Louisa Hanoune é uma militante de larga trajetória sindical e política na Argélia, tendo sido candidata pelo seu partido a presidente da república em três oportunidades – em 2004 foi a primeira mulher argelina a candidatar-se a esse posto, em 2009 e em 2014 -, além de deputada da Assembléia Nacional por cinco mandatos consecutivos desde 1997, ocorre em meio às grandes manifestações de massa que ocorrem todas as sextas-feiras no país desde 22 de fevereiro passado.

A CUT Brasil teve a oportunidade de participar de conferências e reuniões internacionais com a presença da companheira Louisa Hanoune, na Argélia e em outros países, reconhecendo nela uma militante dos direitos dos trabalhadores e oprimidos e da defesa da democracia e soberania das nações. Louisa é também uma das coordenadoras do Acordo Internacional dos Trabalhadores e Povos.

Assim, denunciamos a detenção de Louisa Hanoune como uma medida injustificada e que ocorre num momento em que o povo argelino expressa de forma contundente a sua vontade de construir uma democracia verdadeira.

A CUT Brasil se soma a todas as vozes que na Argélia e outros países do mundo exigem a libertação imediata e incondicional de Louisa Hanoune.

 

Executiva Nacional da CUT