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Candidato bolsonarista incita violência atirando em “alvos” petistas

Seguindo um dos piores exemplos de Bolsonaro na eleição passada, em vídeo postado recentemente em seu facebook, ele “atira” contra alvos petistas

Publicado: 14 Outubro, 2020 - 16h21 | Última modificação: 14 Outubro, 2020 - 16h24

Escrito por: Agência PT

Reprodução
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Os crimes cibernéticos do bolsonarismo já são de domínio público, desde a campanha de 2018 e, depois, à frente do governo federal. Nesta campanha eleitoral, a fábrica de mentiras já está atuando freneticamente, espalhando fake news país afora. Em algumas situações, além da ofensa à honra das pessoas, avançam no terreno da ameaça de morte.

Um desses casos é o do candidato Dudu Diógenes, filiado ao PROS, mas #FechadoComBolsonaro, que postula uma vaga para a Câmara de Vereadores de Fortaleza (CE). Em seu Facebook, o histérico e agressivo candidato se apresenta como “apaixonado pela minha família, empreendedor, fortalezense”. As imagens de vídeos postados em suas redes sociais, no entanto, mostram outro perfil de “cidadão de bem”.

Inspirado em um dos piores momentos de Bolsonaro na eleição passada, em vídeo postado recentemente em seu Facebook, ele “atira” contra alvos petistas. Ao disparar, profere ofensas e ameaças com objetivo de “impedir” o retorno do PT à administração da cidade. O cenário é típico de campo de “treinamento” de milícias, comuns em vídeos divulgados pelo clã Bolsonaro.

Além do estímulo à violência e a incitação ao homicídio, crimes que exigem imediata punição, o candidato repete o mantra falacioso de que “o PT deixou o Brasil quebrado”. Na verdade, quem quebrou o Brasil foi Bolsonaro, que provocou recorde de desemprego no país e devolveu o Brasil ao Mapa da Fome.

Os indicadores que mostram o desastre do bolsonarismo estão cada vez mais presentes nas páginas dos jornais. Ao contrário disso, o PT desenvolveu o país, garantiu níveis recordes de emprego e renda e afastou a fome da mesa do povo. E mais, deixou U$ 380 bilhões de reservas cambiais nos cofres do governo Bolsonaro.