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Para vice-presidente da CUT, ‘Bolsonaro é assassino das esperanças do povo’

Imagens da reunião ministerial revelam “desgoverno” que só sabe agredir e propagar fake news, afirmou Vagner Freitas no programa TVT Brasil

Publicado: 25 Maio, 2020 - 14h44 | Última modificação: 25 Maio, 2020 - 18h39

Escrito por: Redação RBA

Alex Capuano
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Para o vice-presidente da CUT, Vagner Freitas, as cenas da reunião ministerial ocorrida em 22 de abril, que foram divulgadas na última sexta-feira (22), demonstram que o governo Bolsonaro não tem propostas efetivas para melhorar a vida dos brasileiros. Nem antes, nem durante, nem depois da pandemia de coronavírus. “Bolsonaro é assassino das esperanças do povo brasileiro.”

“A pandemia só veio a agravar o desgoverno Bolsonaro, que não tem proposta para nada, além de agredir e fazer propaganda, por meio dos seus filhos, com fake news (notícias falsas)”, afirmou Freitas em entrevista para o programa TVT Brasil, neste domingo (24).

‘Governo de patrão’

Segundo o vice-presidente da CUT, as imagens revelam não uma reunião ministerial, “mas um monte de gente que não têm compromisso com o Brasil”. Além da preocupação do presidente em trocar o comando da Polícia Federal para proteger de investigações seus filhos e amigos.

Trata-se de “um governo de patrão”, que ataca a democracia e os direitos dos trabalhadores. Faltam planos de combate à pandemia, de auxílio aos trabalhadores e às pequenas e médias empresas. Também faltam políticas de desenvolvimento industrial e valorização salarial para a retomada da economia no pós pandemia, segundo ele.

Freitas também criticou, em especial, os ministros da Economia, Paulo Guedes, e do Meio Ambiente, Ricardo Salles, por quererem aproveitar a crise da pandemia para privatizar empresas públicas e fragilizar a legislação de preservação ambiental, conforme revelaram na reunião.

Auxílio

O dirigente sindical lembrou, ainda, que os R$ 600 do auxílio emergencial só foram possíveis após pressão das centrais sindicais e dos partidos de oposição. Inicialmente, o governo não tinha nenhum plano para garantir renda para os trabalhadores atingidos. Quando apresentou, o valor era de apenas R$ 200.

Assista ao programa TVT Brasil na íntegra: