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64% reprovam gestão pessoal de Bolsonaro e 61% acham governo ruim e péssimo

Pesquisa do Instituto Atlas mostra que desempenho do presidente atinge o pior resultado. Desde janeiro de 2019, primeiro ano do mandato, a  taxa de ruim ou péssimo de Bolsonaro cresceu 38%

Publicado: 07 Setembro, 2021 - 10h54 | Última modificação: 07 Setembro, 2021 - 10h58

Escrito por: Redação CUT

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A rejeição à gestão de Jair Bolsonaro (ex-PSL) como presidente atingiu a maior marca (64%), desde que ele assumiu o cargo em janeiro de 2019. Outros 61% dos brasileiros e brasileiras consideram o governo ruim ou péssimo.

Os dados são da última pesquisa do Instituto Atlas e foram divulgados nesta segunda-feira (6). De acordo com a pesquisa, no início da gestão, Bolsonaro tinha 39% de ótimo ou bom, 30% de regular e 23% de ruim ou péssimo. Ou seja, a avaliação negativa do presidente subiu 38% em pouco mais de dois anos.

Na pesquisa anterior de julho deste ano, a taxa de ruim ou péssimo era de 59%. O ótimo ou bom baixou de 26% para 24% e a taxa de regular também caiu, de 15% para 14%. Não soube responder 1% dos pesquisados.

Mulheres e nordestinos são os que mais rejeitam Bolsonaro

As mulheres são as que mais desaprovam o presidente. Elas somam 71% dos entrevistados. Praticamente têm o mesmo índice de rejeição os moradores da região Nordeste. Para 70% dos nordestinos, Bolsonaro é ruim ou péssimo.

Ele tem a menor reprovação junto aos moradores do centro-oeste com 33% e dentre as pessoas com menor escolaridade, que cursaram apenas o ensino fundamental com 25% de ótimo ou bom.

Rejeição por faixa de renda

Quem tem renda até R$ 2 mil e acima de R$ 10 mil são os que mais rejeitam Bolsonaro. Sua taxa de ruim ou péssimo atinge 64% para ambos os estratos sociais.

Metodologia da pesquisa

O Instituto Atlas entrevistou 3.146 pessoas por meio de questionário on-line, entre 30 de agosto e 4 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.