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Greve geral de sexta-feira está no trending topics do Twitter há quatro dias

O termo “paralisação sexta-feira” está entre os assuntos mais procurados no Google nesta quarta-feira (12), faltando apenas um dia para a greve geral

Publicado: 12 Junho, 2019 - 17h43 | Última modificação: 12 Junho, 2019 - 18h53

Escrito por: Redação CUT

Reprodução
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A greve geral do dia 14 de junho está há 4 dias consecutivos entre os assuntos mais comentados do Twitter Brasil, os chamados trending topics.

As hashtags que ficaram entre as dez primeiras colocadas da rede social foram #14JVaiPararTudo, #SextaTemGreve e #Greve14J, impulsionadas pela CUT e demais centrais, frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular e UNE, além de parlamentares contrários as políticas recessivas e de ataques aos direitos do governo de Jair Bolsonaro (PSL).

Os organizadores da greve geral já marcaram um 'tuitaço' em apoio à paralisação para sexta, a partir das 10h, quando a nova hashtag será divulgada.

No início da tarde desta quarta-feira (12), a hashtag #SextaTemGreve era a quinta colocada na lista das dez expressões mais retuitadas. Às 14h14, estava em quarto lugar, às 16h24 passou para terceiro, e às 17h14 voltou para o quarto lugar.

Segundo a ferramenta Google Trends, a pesquisa por "greve geral" vem registrando um aumento repentino de buscas desde domingo, dia 9, e atingiu o pico deste ano às 13h de hoje. Os estados que mais buscam são Bahia, São Paulo, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba.

Ainda de acordo com o Google Trends, o termo “paralisação sexta-feira” está entre os mais procurados do Google nesta quarta.

Greve Geral

A greve geral desta sexta-feira (14) foi anunciada no ato do Dia Internacional do Trabalhador, em 1º de maio, pela CUT e demais centrais sindicais. A paralisação é contra a reforma da Previdência, contra os cortes na educação e por mais empregos.

Em várias capitais do Brasil, os trabalhadores já anunciaram a paralisação do transporte coletivo urbano, de bancos, escolas, fábricas e comércio. Motoristas, metroviários, rodoviários, ferroviários vão parar em cidades como São Paulo, Salvador, Belo Horizonte, Fortaleza e Recife.