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CUT Piauí: 1º Congresso Extraordinário terminou sábado

Delegados e delegadas nacionais e plano de lutas foram definidos pelos piauienses

Publicado: 03 Julho, 2017 - 15h59 | Última modificação: 04 Julho, 2017 - 09h22

Escrito por: Érica Aragão, com informações da CUT Piauí

Socorro Silva/ Assessora CUT Piauí
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Os objetivos da “14ª Plenária Estatutária - 1º Congresso Extraordinário e Exclusivo” da CUT Piauí, que aconteceu no último fim de semana na capital do Estado, Teresina, foram cumpridos. A atividade que terminou no sábado (1º/07) aprovou o plano de lutas da entidade para o próximo período e elegeu os delegados e as delegadas para a 15º Plenária - Congresso Extraordinário e Exclusivo da CUT Nacional, que vai acontecer no segundo semestre de agosto deste ano.

Com o lema “100 anos depois, a luta continua, nenhum direito a menos”, a abertura do  Congresso aconteceu no dia da segunda greve nacional (30/6) chamada pela CUT e as outras centrais sindicais. Representantes da CUT Nacional, a vice-presidenta, Carmem Foro, e secretária-geral adjunta, Maria Farias, estiveram presentes e contribuíram com o debate a respeito sobre a atual conjuntura.

Para Carmen esse momento da história do Brasil requer muita unidade política dos que lutam por justiça social neste país.

“A direita tá unida para colocar o projeto, que não foi eleito nas urnas, pra funcionar. Retirando direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras e favorecendo a vida da elite deste país. A gente precisa se unir contra estes retrocessos, como as reformas e a venda de terras para estrangeiros, porque a vida do povo do campo e da cidade está em jogo. A CUT, as outras centrais, os partidos de esquerda e os movimentos sociais juntos conseguem mudar a história deste país”, explica Carmen.

A possível aprovação da Reforma Trabalhista, que está prevista para ser votada nesta semana no Senado Federal, além de ser pauta da população nos milhares de manifestações que acontece no país, também foi assunto de reflexão para a central.

“É por isso que estamos aqui. Precisamos junto refletir o momento político e definir estratégias para enfrentar e resistir a este momento tão prejudicial para a classe trabalhadora no Brasil. As reformas vão deixar o país mais pobre e mais desigual. A CUT não vai deixar isso acontecer, vamos lutar todos os dias para que os trabalhadores e as trabalhadoras possam viver dignamente”, disse o presidente da CUT Piaui, Paulo Bezerra.

Na manhã do segundo dia do Congresso, as atividades tiveram inicio com a leitura e aprovação do regimento interno e trabalho em grupo sobre os eixos temáticos na construção do plano de luta Estadual e Nacional.

A tarde do último dia ficou reservada à mesa de apresentação da síntese dos trabalhos em grupo, aprovação das emendas, resoluções e moções. O Congresso encerrou com a apresentação dos delegados e das delegadas que participarão da Plenária Nacional da CUT.