Juventude

Alfredo Santos Jr. nasceu em 1982 na cidade de Dias d' Ávila, região metropolitana de Salvador (Bahia). Em 1997 ingressa no curso de Técnico Químico do CEFET-BA, onde conhece o Movimento Estudantil Secundarista, compõe um grupo de oposição à direção do grêmio estudantil e articula a luta contra o decreto federal 2208 que acabou com os cursos técnicos integralizados. Em 1998 participa da refundação da ABES (Associação Baiana dos Estudantes Secundaristas) e assume a "direção de grêmios" na executiva desta entidade.
Em 2000, vai trabalhar como Operador de Processo em uma indústria química localizada no Pólo Petroquímico de Camaçari e inicia sua trajetória no Movimento Sindical, primeiro dentro da fábrica como representante dos trabalhadores na comissão de PLR e em 2005 é eleito Diretor do Sindiquimica onde permanece diretor até hoje. Após a eleição do sindicato deixa a faculdade de Engenharia Química e dedica-se ao curso de Direito.
No movimento sindical foi membro do Coletivo Estadual e Nacional de Juventude da CUT, e Coordenador Norte/Nordeste do Coletivo de Jovens da CNQ/CUT, quando organizou o 1º Encontro Estadual da Juventude do Ramo Químico.
Após o 10º CONCUT, com a criação da Secretaria Nacional de Juventude e a recomposição do coletivo, Alfredo dedicou-se à política geral, assumindo a secretaria geral do seu Sindicato e, posteriormente, a Secretaria de Imprensa.
No 11º CONCUT, Alfredo Santos Jr. é eleito Secretário Nacional de Juventude da CUT com a tarefa de dar continuidade e aprofundar o trabalho de organização da Juventude Trabalhadora, com a tarefa desafiadora de continuar o diálogo com as demais secretarias da CUT, e aprofundar os laços de solidariedade entre as juventudes brasileiras, dos sindicatos e dos movimentos sociais de esquerda do Brasil e do mundo.
Alfredo assume a secretaria defendendo que a Juventude da CUT tem duas linhas estratégicas de ação a seguir. Em primeiro lugar, avançar na luta pela ampliação de direitos dos/as jovens. Tais direitos somente podem ser efetivados se houver um Estado forte e democratizado. Ou seja, a juventude deve ser protagonista na disputa de rumos do novo ciclo de desenvolvimento brasileiro, reivindicando que o Estado assuma o papel de indutor na inclusão social, combate à discriminação, promoção da igualdade, da proteção social, na garantia de direitos da participação democrática e no combate à exploração do trabalho juvenil. Ao mesmo tempo, deve-se buscar fortalecer a unidade das juventudes organizadas em movimentos sociais. Para ele, essa unidade é importante não apenas para a aprovação de pautas de luta comuns, mas para contribuir com a pressão social rumo à sua efetivação.
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