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Vigilantes de Pernambuco seguem na luta da Campanha Salarial 2014

Categoria recebe salário base de R$ 789 reais por jornada de 191 horas mensais

Escrito por: CUT-PE • Publicado em: 07/02/2014 - 10:46 Escrito por: CUT-PE Publicado em: 07/02/2014 - 10:46

 

Na tarde desta quinta (6), o Sindicato dos Vigilantes de Pernambuco (Sindesv-PE) realizou uma assembleia para discutir o rumo das negociações da Campanha Salarial 2014. O encontro aconteceu na sede da Central Única dos Trabalhadores de Pernambuco (CUT-PE) e foi motivado pela falta de respostas da classe patronal às reivindicações da categoria.

“A gente não quer fechar os bancos para prejudicar os cidadãos, mas, infelizmente, não temos outra opção para chamar atenção da sociedade para os vigilantes. Merecemos respeito, melhores condições de vida e trabalho digno, através da redução da jornada de trabalho e um salário justo para defender um patrimônio que nunca vai ser nosso”, explica o presidente do Sindesv-PE, Cassiano Souza.

Cassiano afirma que a mobilização dos vigilantes será descentralizada da Região Metropolitana do Recife para os municípios da zona da mata, agreste e sertão de Pernambuco. “Vamos continuar a mobilizar até que a categoria patronal negocie conosco. Eles precisam da gente e nós deles, para que a gente possa resolver esta situação”, declarou.

 

Pauta

De acordo com o diretor de relações do trabalho do Sindesv-PE, Marcelo Ramos, os patrões informaram que dentre os cinco pontos da pauta dos vigilantes, apenas dois seriam negociados: o reajuste salarial de 5,9% no valor do salário base de R$ 789 reais (de acordo com o Índice Nacional de Preço ao Consumidor - INPC);  e o ticket de alimentação, reajustado na mesma porcentagem.

“A contraproposta é inadequada à reivindicação de aumento salarial pois, em relação ao salário da categoria, apenas serve como base para o índice de inflação dos produtos comercializados na economia brasileira, durante o último ano”, justifica Ramos. “Caso os patrões não melhorem a contraproposta, os vigilantes poderão entrar em greve ou com uma ação na Justiça do Trabalho”, frisa o dirigente.

A categoria reivindica, além do reajuste salarial, o aumento do valor do ticket alimentação (de R$ 12 para R$ 19 diários) e a redução na jornada de trabalho (de 191 horas, mensais, para 180 horas). A categoria reivindicava, inicialmente, um reajuste de 20% na remuneração dos trabalhadores.

Na última rodada de negociações dos vigilantes, a Central Única dos Trabalhadores de Pernambuco (CUT-PE) foi representada pelo secretário de Finanças e Administração, Sérgio Goiana, que acompanhou mais uma mesa de negociação da campanha salarial dos vigilantes, na SRT. “Nosso apoio é ajudar os (as) trabalhadores (as) a buscar um acordo com a classe patronal, por um salário digno e melhores condições de trabalho”, informou Goiana.

Título: Vigilantes de Pernambuco seguem na luta da Campanha Salarial 2014, Conteúdo:   Na tarde desta quinta (6), o Sindicato dos Vigilantes de Pernambuco (Sindesv-PE) realizou uma assembleia para discutir o rumo das negociações da Campanha Salarial 2014. O encontro aconteceu na sede da Central Única dos Trabalhadores de Pernambuco (CUT-PE) e foi motivado pela falta de respostas da classe patronal às reivindicações da categoria. “A gente não quer fechar os bancos para prejudicar os cidadãos, mas, infelizmente, não temos outra opção para chamar atenção da sociedade para os vigilantes. Merecemos respeito, melhores condições de vida e trabalho digno, através da redução da jornada de trabalho e um salário justo para defender um patrimônio que nunca vai ser nosso”, explica o presidente do Sindesv-PE, Cassiano Souza. Cassiano afirma que a mobilização dos vigilantes será descentralizada da Região Metropolitana do Recife para os municípios da zona da mata, agreste e sertão de Pernambuco. “Vamos continuar a mobilizar até que a categoria patronal negocie conosco. Eles precisam da gente e nós deles, para que a gente possa resolver esta situação”, declarou.   Pauta De acordo com o diretor de relações do trabalho do Sindesv-PE, Marcelo Ramos, os patrões informaram que dentre os cinco pontos da pauta dos vigilantes, apenas dois seriam negociados: o reajuste salarial de 5,9% no valor do salário base de R$ 789 reais (de acordo com o Índice Nacional de Preço ao Consumidor - INPC);  e o ticket de alimentação, reajustado na mesma porcentagem. “A contraproposta é inadequada à reivindicação de aumento salarial pois, em relação ao salário da categoria, apenas serve como base para o índice de inflação dos produtos comercializados na economia brasileira, durante o último ano”, justifica Ramos. “Caso os patrões não melhorem a contraproposta, os vigilantes poderão entrar em greve ou com uma ação na Justiça do Trabalho”, frisa o dirigente. A categoria reivindica, além do reajuste salarial, o aumento do valor do ticket alimentação (de R$ 12 para R$ 19 diários) e a redução na jornada de trabalho (de 191 horas, mensais, para 180 horas). A categoria reivindicava, inicialmente, um reajuste de 20% na remuneração dos trabalhadores. Na última rodada de negociações dos vigilantes, a Central Única dos Trabalhadores de Pernambuco (CUT-PE) foi representada pelo secretário de Finanças e Administração, Sérgio Goiana, que acompanhou mais uma mesa de negociação da campanha salarial dos vigilantes, na SRT. “Nosso apoio é ajudar os (as) trabalhadores (as) a buscar um acordo com a classe patronal, por um salário digno e melhores condições de trabalho”, informou Goiana.


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