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Trabalhadores do comércio de materiais de construção do DF filiam-se à CUT

O Sintramacom, sindicato da categoria, com 14 mil na base, deixa a CGTB

Escrito por: Comunicação da CUT-DF • Publicado em: 07/02/2011 - 15:51 Escrito por: Comunicação da CUT-DF Publicado em: 07/02/2011 - 15:51

Depois de 17 anos, os trabalhadores do comércio, varejistas e atacadistas de material de construção deram o primeiro passo para mudar a história da categoria. Depois de elegerem uma nova diretoria, os trabalhadores, em assembleia realizada no dia 2 de fevereiro, aprovaram por unanimidade a desfiliação do Sintramacom à CGTB e filiação à CUT. O secretário Nacional de Organização e Política Sindical da CUT, Jacy Afonso, e o secretário de Administração e Finanças da CUT-DF, Nasson Antônio, participaram do encontro.

Para a presidente do Sintramacom, Luciana Rodrigues Moraes, a decisão da categoria se respaldou no “real comprometimento da CUT com os trabalhadores”. A sindicalista ainda denuncia que nos últimos 17 anos os trabalhadores perderam uma série de direitos, resultado de uma atuação sindical que vai na contramão dos interesses trabalhistas. “Éramos um sindicato para bater carimbo”, define ela.Dirigentes do Sindicato fazem pausa em reunião de trabalhoCUT-DFDirigentes do Sindicato fazem pausa em reunião de trabalho

Segundo Luciana Moraes, neste primeiro momento será trabalhada a conscientização da base “que está desacreditada da importância do Sindicato”. “Já temos várias pessoas na rua explicando sobre a mudança da nossa diretoria, a filiação à CUT e nosso propósito”, afirma.

Entre as principais metas para este ano, a atual direção do Sintramacom quer lutar por assistência médica e odontológica para toda a categoria, impedir jornada de trabalho nos feriados e suspender a Comissão Prévia – grupo composto pelo sindicato laboral e o patronal para tentar agilizar questões judiciais entre trabalhador e empresa. Entretanto, a desvantagem era sempre do trabalhador.

Atualmente, o Distrito Federal tem cerca de 14 mil trabalhadores do comércio varejista e atacadista de material de construção. A data base da categoria é em novembro, quando começam as negociações para avançar dos direitos e obter benefícios para os trabalhadores

Título: Trabalhadores do comércio de materiais de construção do DF filiam-se à CUT, Conteúdo: Depois de 17 anos, os trabalhadores do comércio, varejistas e atacadistas de material de construção deram o primeiro passo para mudar a história da categoria. Depois de elegerem uma nova diretoria, os trabalhadores, em assembleia realizada no dia 2 de fevereiro, aprovaram por unanimidade a desfiliação do Sintramacom à CGTB e filiação à CUT. O secretário Nacional de Organização e Política Sindical da CUT, Jacy Afonso, e o secretário de Administração e Finanças da CUT-DF, Nasson Antônio, participaram do encontro. Para a presidente do Sintramacom, Luciana Rodrigues Moraes, a decisão da categoria se respaldou no “real comprometimento da CUT com os trabalhadores”. A sindicalista ainda denuncia que nos últimos 17 anos os trabalhadores perderam uma série de direitos, resultado de uma atuação sindical que vai na contramão dos interesses trabalhistas. “Éramos um sindicato para bater carimbo”, define ela. Segundo Luciana Moraes, neste primeiro momento será trabalhada a conscientização da base “que está desacreditada da importância do Sindicato”. “Já temos várias pessoas na rua explicando sobre a mudança da nossa diretoria, a filiação à CUT e nosso propósito”, afirma. Entre as principais metas para este ano, a atual direção do Sintramacom quer lutar por assistência médica e odontológica para toda a categoria, impedir jornada de trabalho nos feriados e suspender a Comissão Prévia – grupo composto pelo sindicato laboral e o patronal para tentar agilizar questões judiciais entre trabalhador e empresa. Entretanto, a desvantagem era sempre do trabalhador. Atualmente, o Distrito Federal tem cerca de 14 mil trabalhadores do comércio varejista e atacadista de material de construção. A data base da categoria é em novembro, quando começam as negociações para avançar dos direitos e obter benefícios para os trabalhadores



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