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FETEC-CUT/SP busca soluções para transtornos da incorporação da extinta Nossa Caixa

Escrito por: FETEC-CUT/SP • Publicado em: 05/08/2010 - 15:02 Escrito por: FETEC-CUT/SP Publicado em: 05/08/2010 - 15:02


A FETEC-CUT/SP recebeu, na manhã desta quarta-feira (4), em sua sede, os representantes do Banco do Brasil, para tentar buscar soluções frente aos inúmeros problemas desencadeados pelo processo de incorporação da extinta Nossa Caixa.


Representando o BB estiveram presentes o Super Estadual Campinas, Sérgio Peres; o administrador da Super, Alberto Rosalino; e os Super Regionais, Carlos Alberto dos Santos (Barueri); Sandro Domingos Colombo (Campinas) e Márcia Regina de Sousa (Guarulhos). A reunião também contou com participação de representantes dos sindicatos filiados vinculados à Superintendência de Campinas: Bragança Paulista, Guarulhos, Jundiaí, Mogi das Cruzes, São Paulo, Taubaté e Vale do Ribeira.


Logo de início, os representantes sindicais listaram problemas que estão sendo vivenciados por bancários, clientes e usuários das agências migradas para o BB. Do lado dos funcionários, o excesso de trabalho, a escassez de pessoal, desrespeitos à jornada, adoecimentos, pressões por cumprimento de metas, práticas de assédio moral e falta de treinamento para utilização do sistema. Além disso, há as filas enormes, deterioração no atendimento, falta de organização e de orientação para utilização do novo sistema são algumas das dificuldades que estão provocando desgastes em clientes e usuários neste período de transição.


Além dos transtornos, os representantes sindicais apresentaram dúvidas frente às medidas que estão sendo implantadas pelo BB, com o intuito de acabar com o caos instaurado nas agências e postos de atendimento.


Dentre as medidas estão convocação de concursados, antecipação da abertura de agências em uma hora nos dias de pagamento do funcionalismo público, implantação de programa de treinamento e sistema de transferência de funcionários.


Os representantes do BB declararam que estão buscando soluções para todos os problemas apresentados. Conforme Sérgio Peres, a origem dos transtornos não é a mudança de sistema, mas as diferenças culturais acarretando em estresses de todos os lados. “Pensando nisso, o nosso foco neste mês de julho foi justamente cuidar das pessoas, no sentido de minimizar conflitos”.


Além disso, Peres garantiu que não há orientações por parte da direção do banco para que gestores pressionem por cumprimento de metas. Ele se comprometeu em averiguar denúncias levadas pelos sindicatos e se colocou à disposição para buscar alternativas a situações indesejáveis.


Para o diretor de Bancos Federais da FETEC-CUT/SP, Cláudio Luis de Souza, a reunião foi bastante positiva, pois permitiu aos sindicatos apresentaram os problemas vivenciados em suas regiões. “Apresentamos os problemas e sugerimos soluções”.


“O momento foi bastante propicio, pois estabelecemos um canal de comunicação que pode fazer a diferença nesta nova fase do funcionalismo”, complementa a diretora da FETEC-CUT/SP, Adriana Pizarro.


Embora a reunião tenha sido positiva, a FETEC-CUT/SP orienta os sindicatos filiados a fiscalizarem a marcação das horas extras realizadas pelos funcionários. “Qualquer irregularidade no ponto eletrônico deve ser denunciada pelo trabalhador”, avisam os dirigentes da federação cutista ao anteciparem que a ideia é promover encontros semelhantes com as demais superintendências no Estado.



Título: FETEC-CUT/SP busca soluções para transtornos da incorporação da extinta Nossa Caixa, Conteúdo: A FETEC-CUT/SP recebeu, na manhã desta quarta-feira (4), em sua sede, os representantes do Banco do Brasil, para tentar buscar soluções frente aos inúmeros problemas desencadeados pelo processo de incorporação da extinta Nossa Caixa. Representando o BB estiveram presentes o Super Estadual Campinas, Sérgio Peres; o administrador da Super, Alberto Rosalino; e os Super Regionais, Carlos Alberto dos Santos (Barueri); Sandro Domingos Colombo (Campinas) e Márcia Regina de Sousa (Guarulhos). A reunião também contou com participação de representantes dos sindicatos filiados vinculados à Superintendência de Campinas: Bragança Paulista, Guarulhos, Jundiaí, Mogi das Cruzes, São Paulo, Taubaté e Vale do Ribeira. Logo de início, os representantes sindicais listaram problemas que estão sendo vivenciados por bancários, clientes e usuários das agências migradas para o BB. Do lado dos funcionários, o excesso de trabalho, a escassez de pessoal, desrespeitos à jornada, adoecimentos, pressões por cumprimento de metas, práticas de assédio moral e falta de treinamento para utilização do sistema. Além disso, há as filas enormes, deterioração no atendimento, falta de organização e de orientação para utilização do novo sistema são algumas das dificuldades que estão provocando desgastes em clientes e usuários neste período de transição. Além dos transtornos, os representantes sindicais apresentaram dúvidas frente às medidas que estão sendo implantadas pelo BB, com o intuito de acabar com o caos instaurado nas agências e postos de atendimento. Dentre as medidas estão convocação de concursados, antecipação da abertura de agências em uma hora nos dias de pagamento do funcionalismo público, implantação de programa de treinamento e sistema de transferência de funcionários. Os representantes do BB declararam que estão buscando soluções para todos os problemas apresentados. Conforme Sérgio Peres, a origem dos transtornos não é a mudança de sistema, mas as diferenças culturais acarretando em estresses de todos os lados. “Pensando nisso, o nosso foco neste mês de julho foi justamente cuidar das pessoas, no sentido de minimizar conflitos”. Além disso, Peres garantiu que não há orientações por parte da direção do banco para que gestores pressionem por cumprimento de metas. Ele se comprometeu em averiguar denúncias levadas pelos sindicatos e se colocou à disposição para buscar alternativas a situações indesejáveis. Para o diretor de Bancos Federais da FETEC-CUT/SP, Cláudio Luis de Souza, a reunião foi bastante positiva, pois permitiu aos sindicatos apresentaram os problemas vivenciados em suas regiões. “Apresentamos os problemas e sugerimos soluções”. “O momento foi bastante propicio, pois estabelecemos um canal de comunicação que pode fazer a diferença nesta nova fase do funcionalismo”, complementa a diretora da FETEC-CUT/SP, Adriana Pizarro. Embora a reunião tenha sido positiva, a FETEC-CUT/SP orienta os sindicatos filiados a fiscalizarem a marcação das horas extras realizadas pelos funcionários. “Qualquer irregularidade no ponto eletrônico deve ser denunciada pelo trabalhador”, avisam os dirigentes da federação cutista ao anteciparem que a ideia é promover encontros semelhantes com as demais superintendências no Estado.



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