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Eletricitários de Minas organizam ações da campanha salarial

Assembleias serão realizadas a partir do dia 17, por um Acordo Coletivo de Trabalho digno na Cemig

Escrito por: Sindieletro-MG • Publicado em: 13/09/2012 - 14:02 Escrito por: Sindieletro-MG Publicado em: 13/09/2012 - 14:02

A Campanha de Renovação do Acordo Coletivo de Trabalho dos eletricitários entra em mais uma fase importante para o avanço nas mobilizações. A partir da segunda-feira que vem, dia 17, até o dia 21, a categoria vai realizar assembleias em todo o Estado para debater e votar a pauta de reivindicações e a campanha unificada. 


Antes, nos dias 14 e 15, o Conselho Deliberativo do Sindieletro, vai se reunir em Uberlândia para discutir a pré-pauta de reivindicações e definir os encaminhamentos para as assembleias. Além disso, a diretoria coletiva do Sindieletro vai lançar o marketing Campanha.


Os trabalhadores sabem que os desafios são grandes, mas possíveis de serem alcançados. A Cemig gasta muito dinheiro com papel para dizer que dialoga com a categoria. No entanto, as decisões são sempre de cima para baixo. O PCR e a avaliação de desempenho são exemplos de que não são valorizados e nem têm oportunidade de crescimento na carreira. São, hoje, meros instrumentos para perseguir e atender uma pequena minoria. 


Na avaliação de desempenho, a empresa está impondo uma curva forçada ao avaliar 5% dos trabalhadores obrigatoriamente como abaixo das expectativas. Mas quando o assunto é gerente a coisa muda de figura. O gerente que deixa o cargo sempre recebe uma “vaguinha”.


Os eletricitários apontam, nos debates das setoriais que, além da garantia de emprego, eles querem a reintegração dos companheiros demitidos. Reivindicam o fim da terceirização, que quando não mata, mutila. “Será que os gestores da Cemig não sabem que, quem faz a opção pela terceirização potencializa os riscos de acidentes graves e fatais?”, critica o coordenador geral do Sindieletro, Jairo Nogueira Filho.


A categoria tem dado o recado: A Cemig precisa ser uma empresa de oportunidade, não de privilégios. Basta de ‘boquinhas’, o correto é contratar mais gente por meio de concurso público. Que os trabalhadores sejam valorizados com aumento real, piso salarial e seleção interna, justa e com critérios transparentes.

Título: Eletricitários de Minas organizam ações da campanha salarial, Conteúdo: A Campanha de Renovação do Acordo Coletivo de Trabalho dos eletricitários entra em mais uma fase importante para o avanço nas mobilizações. A partir da segunda-feira que vem, dia 17, até o dia 21, a categoria vai realizar assembleias em todo o Estado para debater e votar a pauta de reivindicações e a campanha unificada.  Antes, nos dias 14 e 15, o Conselho Deliberativo do Sindieletro, vai se reunir em Uberlândia para discutir a pré-pauta de reivindicações e definir os encaminhamentos para as assembleias. Além disso, a diretoria coletiva do Sindieletro vai lançar o marketing Campanha. Os trabalhadores sabem que os desafios são grandes, mas possíveis de serem alcançados. A Cemig gasta muito dinheiro com papel para dizer que dialoga com a categoria. No entanto, as decisões são sempre de cima para baixo. O PCR e a avaliação de desempenho são exemplos de que não são valorizados e nem têm oportunidade de crescimento na carreira. São, hoje, meros instrumentos para perseguir e atender uma pequena minoria.  Na avaliação de desempenho, a empresa está impondo uma curva forçada ao avaliar 5% dos trabalhadores obrigatoriamente como abaixo das expectativas. Mas quando o assunto é gerente a coisa muda de figura. O gerente que deixa o cargo sempre recebe uma “vaguinha”. Os eletricitários apontam, nos debates das setoriais que, além da garantia de emprego, eles querem a reintegração dos companheiros demitidos. Reivindicam o fim da terceirização, que quando não mata, mutila. “Será que os gestores da Cemig não sabem que, quem faz a opção pela terceirização potencializa os riscos de acidentes graves e fatais?”, critica o coordenador geral do Sindieletro, Jairo Nogueira Filho. A categoria tem dado o recado: A Cemig precisa ser uma empresa de oportunidade, não de privilégios. Basta de ‘boquinhas’, o correto é contratar mais gente por meio de concurso público. Que os trabalhadores sejam valorizados com aumento real, piso salarial e seleção interna, justa e com critérios transparentes.



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