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Condições de trabalho no Brasil são discutidas no encerramento do seminário da OIT

Escrito por: Agência Brasil • Publicado em: 19/03/2009 - 08:11 Escrito por: Agência Brasil Publicado em: 19/03/2009 - 08:11

Brasília - Representantes do setor sindical, do governo e de empresas privadas se reuniram nesta quarta-feira (18), no último dia do seminário Trabalho e Família: Compartilhar é a Melhor Forma de Cuidar, para discutir as condições de trabalho no Brasil e a desigualdade racial e de gêneros.

Segundo a representante da União Geral dos Trabalhadores, Cleonice Caetano Souza, as condições de trabalho no Brasil ainda são precárias. "O empregador não tem consciência, assim como o governo, de que se nós estivermos unidos e mantivermos a condição de trabalho,o trabalhador não adoece e produz mais", afirmou.

Para a coordenadora da área de igualdade de gênero e raça da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Solange Sanches, a escassez de políticas públicas não só contribuem para a composição deste cenário no país, como também, não resolvem os problemas de desigualdade social e de gêneros.

De acordo com a economista do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese) Lúcia Garcia, entre 2001 e 2006, houve aumento do número de cláusulas trabalhistas relacionadas a eqüidade de gêneros. Por outro lado, houve redução daquelas relacionadas à igualdade racial.

Durante o encerramento do evento, promovido pela OIT, pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM) e pelo Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (Unifem), foi apresentado o documento final com as propostas que serão levadas para a 98ª Conferência Internacional do Trabalho (CTI), que será realizada em junho, em Genebra.

Entre as ações descritas no documento, consta o debate amplo da Convenção 156 da OIT, que recomenda a proteção aos trabalhadores com responsabilidade familiar.




 

Título: Condições de trabalho no Brasil são discutidas no encerramento do seminário da OIT, Conteúdo: Brasília - Representantes do setor sindical, do governo e de empresas privadas se reuniram nesta quarta-feira (18), no último dia do seminário Trabalho e Família: Compartilhar é a Melhor Forma de Cuidar, para discutir as condições de trabalho no Brasil e a desigualdade racial e de gêneros. Segundo a representante da União Geral dos Trabalhadores, Cleonice Caetano Souza, as condições de trabalho no Brasil ainda são precárias. "O empregador não tem consciência, assim como o governo, de que se nós estivermos unidos e mantivermos a condição de trabalho,o trabalhador não adoece e produz mais", afirmou. Para a coordenadora da área de igualdade de gênero e raça da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Solange Sanches, a escassez de políticas públicas não só contribuem para a composição deste cenário no país, como também, não resolvem os problemas de desigualdade social e de gêneros. De acordo com a economista do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese) Lúcia Garcia, entre 2001 e 2006, houve aumento do número de cláusulas trabalhistas relacionadas a eqüidade de gêneros. Por outro lado, houve redução daquelas relacionadas à igualdade racial. Durante o encerramento do evento, promovido pela OIT, pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM) e pelo Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (Unifem), foi apresentado o documento final com as propostas que serão levadas para a 98ª Conferência Internacional do Trabalho (CTI), que será realizada em junho, em Genebra. Entre as ações descritas no documento, consta o debate amplo da Convenção 156 da OIT, que recomenda a proteção aos trabalhadores com responsabilidade familiar.  



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