Metalúrgicos conquistam avanços inéditos nos direitos sociais |
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| Escrito por FEM-CUT | |
| 01/10/2009 | |
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Após protestos e paralisações, trabalhadores aceitam proposta da bancada patronal do G3 (autopeças, forjaria e parafusos)
Depois de três semanas de protestos e paralisações nas fábricas dos setores do Grupo 3 (que reúne os sindicatos patronais dos setores de autopeças, forjaria e parafusos) em todo o Estado, a bancada patronal apresentou uma contraproposta econômica, na terça, 29, que atendeu às expectativas da FEM-CUT.
Os pisos também tiveram reajustes que variaram de 6,53% a 10%, e passarão de R$ 715 para 787 (empresas com até 100 empregados) e de R$ 920 para R$ 980 (empresas com mais de 100 empregados). Esta nova proposta econômica encerra o impasse entre a Federação e a bancada patronal.
Nesta quarta-feira, dia 30, a entidade assinou a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) com o G3, na sede do Sindipeças. Os novos reajustes serão pagos à categoria retroativos à 1º de setembro (mês da data-base).
Portadores de doença profissional conquistam estabilidade
Na bancada patronal do Grupo 10 (que reúne os sindicato patronais dos setores de lâmpadas, equipamentos odontológicos, iluminação, material bélico entre outros), cuja data-base é 1º de novembro, a Federação tem assegurado a estabilidade no emprego até a aposentadoria para os portadores de doença profissional e acidentados do trabalho por meio de medida judicial.
Formação Cidadã e Combate à rotatividade
Ampliação de direitos sociais e prazo da CCT
Outras conquistas foram a "Promoção ao 1º emprego", na qual a empresa assumirá o compromisso de dar oportunidade para os jovens da faixa etária de 18 a 24 anos, sem experiência comprovada em carteira; a divulgação de informações ao (à) trabalhador (a) recém-contratado (a), como riscos no local de trabalho e representação sindical, bem como a atualização na carteira de trabalho de acordo com a nomenclatura profissional, baseada no Código Brasileiro de Ocupações. Os novos direitos sociais terão a vigência de dois anos, ou seja, valerão até o dia 31 de agosto de 2011. Já as cláusulas econômicas serão renovadas na próxima data-base, 1º de setembro de 2010. |
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